Transformar o PDRN vegetal no produto que apresenta a marca ao Brasil.
Hoje a De La Terre vende com um só canal. O plano abaixo abre Google, TikTok e Pinterest sem perder a rentabilidade do Meta — usando o sérum PDRN como porta de entrada num momento em que esse ativo é a tendência nº 1 de skincare para 2026.
O diagnóstico em uma frase
Temos um produto na crista de uma onda — e dependemos de um único remo.
Concentrar 100% da receita no Meta significa que qualquer oscilação de CPM, bloqueio de conta ou fadiga de criativo derruba o faturamento inteiro. Ao mesmo tempo, o PDRN está sendo apontado pela WGSN como uma das principais tendências de skincare para 2026, e ainda é pouco difundido no Brasil — grandes marcas como Payot e Dermage só agora estão lançando suas versões. Nosso diferencial, o PDRN vegetal, separa a De La Terre dos concorrentes que usam PDRN de origem animal (salmão). Essa janela de pioneirismo não fica aberta para sempre.
A tese: cada canal tem um papel diferente
O erro mais comum ao expandir é tratar todo canal como "mais um lugar para rodar o mesmo anúncio de conversão". Cada plataforma ocupa um estágio distinto da jornada. O Meta continua sendo o motor; os novos canais cobrem o que ele não alcança.
Ordem de prioridade dos canais
① Google · menor risco
Captura quem já está procurando. Alta intenção, resultado mais rápido, mais previsível. É o primeiro canal a abrir.
② TikTok · maior alcance
Beleza é a categoria nº 1 do TikTok. Motor de descoberta e demonstração — onde o PDRN vira desejo. Constrói marca e alimenta os outros canais.
③ Pinterest · menor custo
CPMs baixos, intenção de compra real e conteúdo que dura meses. Excelente para skincare. Entra de forma enxuta e sempre-ativa.
Meta: profissionalizar o que já funciona
Já rodamos topo, meio e fundo de funil no Meta com ROAS 3–4 — então aqui o trabalho não é reconstruir, é blindar a base e extrair mais dela. Três frentes: estruturar a conta no padrão de 2026, sistematizar o criativo vencedor (UGC de transformação), e fazer o Meta conversar com os novos canais em vez de competir por crédito com eles.
A estrutura de conta recomendada (2026)
A tendência consolidada é consolidar: menos campanhas, públicos mais amplos, e deixar a IA do Meta otimizar com volume de dados. Estrutura enxuta de três blocos:
As três frentes de otimização
① Advantage+ Shopping (ASC)
É o cavalo de batalha de e-commerce no Meta. Consolida a prospecção de topo num motor único de IA. Migrar o grosso do topo para ASC e usar a regra de "existing customers" para separar aquisição de recompra. Deixa o algoritmo respirar com público amplo + criativo forte.
Motor de aquisição② Retargeting de catálogo (DPA)
O fundo de funil mais rentável: anúncios dinâmicos que mostram exatamente o produto que a pessoa viu. Segmentar por janelas (1–3 dias = quente, 4–14 = morno) e separar abandono de carrinho do PDRN/kits — os de maior margem merecem mais verba.
Maior ROAS da conta③ Retenção & LTV
Onde está o lucro de skincare. Campanha dedicada a clientes existentes: quem comprou o PDRN há 30–45 dias recebe reabastecimento + cross-sell de kit. Reter custa 5–7× menos que adquirir — e o Meta faz isso bem com listas de cliente.
Recompra do PDRNO criativo é 80% do resultado
No Meta de 2026, com a segmentação cada vez mais nas mãos da IA, o criativo virou a principal alavanca. A boa notícia: já sabemos o que vende — UGC de transformação. O passo seguinte é transformar isso de "acerto pontual" em sistema:
- Esteira de UGC: meta de 4–8 criativos novos por mês. O TikTok e os creators (do plano dos outros canais) viram a fonte natural desse volume — um criativo, vários canais.
- Matriz de ângulos: testar a transformação por necessidade — melasma, pele madura, sensível, acne. Mesmo formato vencedor, dores diferentes, públicos diferentes.
- Ângulo "premiação + ciência": além do depoimento emocional, um criativo que ancora autoridade (PDRN vegetal, prêmio, resultado em 30 dias) para o público mais cético do meio de funil.
- Regra de teste: deixar rodar até volume mínimo de resultados antes de julgar. Matar criativo em 24h reseta o aprendizado. Vencedor escala; perdedor sai; aprendizado documentado.
- Combater a fadiga: monitorar frequência. UGC tem prazo de validade — por isso a esteira constante de criativo importa mais que o anúncio perfeito.
Google: capturar a demanda que já existe
No Meta nós criamos a demanda. No Google nós colhemos quem já está pesquisando "sérum PDRN", "tratamento melasma natural", "skincare vegano anti-idade". É o canal de maior intenção e o de retorno mais previsível — por isso abre primeiro.
Estrutura recomendada
1 · Search de Marca (defensivo)
Campanha barata cobrindo "De La Terre", "delaterre PDRN", etc. Protege contra concorrentes que dão lance no nosso nome e captura quem viu no TikTok/Meta e foi buscar no Google. Quase sempre o melhor ROAS da conta.
2 · Search genérico (intenção)
Termos como "sérum PDRN vegetal", "clareador melasma natural", "skincare clean". Comece com grupos enxutos e correspondência de frase. Use o PDRN e o melasma como portas — são buscas com intenção e pouca concorrência ainda.
3 · Shopping padrão + PMax (híbrido)
A estratégia que mais funciona em e-commerce em 2026 não é só PMax — é PMax rodando junto com Shopping padrão. O Shopping dá controle e visibilidade; o PMax dá alcance. Marcas com arquitetura bem montada entregam 35–55% mais ROAS que setups de campanha única.
4 · PMax segmentado por margem
Separe asset groups por margem: kits e PDRN (alta margem, meta de ROAS mais agressiva para escalar) vs. itens de entrada como sabonetes (ROAS conservador). Isso protege a rentabilidade enquanto escala.
O feed é o seu fosso competitivo
No Google de 2026, o feed de produtos (Merchant Center) decide quem ganha. Pontos de atenção imediatos:
- Títulos otimizados: "Sérum PDRN Vegetal 30ml — Regeneração Celular | De La Terre" converte melhor que o nome interno do produto. Coloque o ativo e o benefício no início.
- Imagens 500×500px ou maiores: a nova especificação do Merchant Center (abr/2026) exige resolução mínima maior — fundo branco, produto nítido.
- Atributo de vídeo no feed: o Merchant Center agora aceita link de vídeo no feed — reaproveite os vídeos do TikTok aqui.
- Avaliações de produto: ative as estrelas no Shopping; prova social é decisiva em skincare.
- Dados de frete e prazo: "frete grátis acima de R$200" e "entrega no mesmo dia SP" são diferenciais que cabem no feed.
YouTube: transformar prova em demanda
As campanhas de Search e Shopping colhem quem já procura. O YouTube faz o trabalho anterior: cria a consciência de que o PDRN existe e de que a De La Terre é a marca que entrega a transformação. É o canal de topo de funil do Google — e o melhor de tudo é que já sabemos qual criativo funciona: o UGC de transformação é o que mais vende hoje. A estratégia é levar exatamente essa linguagem para a maior tela de vídeo do Brasil.
Os formatos, por papel
1 · Demand Gen (o motor de topo)
A campanha de topo de funil do Google em 2026. Roda no YouTube (feed, in-stream, Shorts), Discover e Gmail com criativos de vídeo e imagem. Alimente com seus UGCs de transformação — é exatamente o tipo de criativo que ela foi feita para distribuir. Públicos semelhantes (lookalike) aos seus compradores aceleram o aprendizado.
2 · YouTube Shorts
O UGC vertical que já performa no TikTok roda sem reedição nos Shorts. Mesmo criativo, mais um ponto de contato barato. CPMs de Shorts ainda são competitivos e o público de skincare está lá.
3 · In-stream pulável (6s + 15s)
Abra com a transformação nos primeiros 5 segundos (antes do botão "pular"). Versão de 6s (bumper) para reforço de marca e selo da premiação; versão de 15s com o depoimento completo e o ativo PDRN.
4 · Remarketing em vídeo
Quem assistiu 50%+ de um vídeo ou visitou o site vira público de retargeting no YouTube — e também no Demand Gen e no Meta. O vídeo de topo abastece o funil inteiro de remarketing dos outros canais.
Como roteirizar o UGC de transformação para vídeo
O criativo que vende no feed precisa de pequenos ajustes para a lógica do YouTube. Uma estrutura que costuma funcionar:
- 0–5s — o gancho visual: mostre o "depois" ou o antes/depois logo de cara, antes do espectador poder pular. A transformação é o anzol.
- 5–15s — a história real: a cliente conta o problema (melasma, pele madura, sensibilidade) e o que mudou. Linguagem de pessoa real, não de comercial.
- 15–20s — a credibilidade: entra o ativo (PDRN vegetal, resultado em 30 dias) e o selo da premiação — o sinal de confiança que diferencia de um UGC qualquer.
- 20–25s — o convite: chamada suave para conhecer a marca. Topo de funil não força a venda; planta a pesquisa de marca que o Search vai colher.
- Sempre legendado: a maioria assiste sem som. Depoimento sem legenda é depoimento perdido.
TikTok: onde o PDRN vira desejo
Beleza e cosméticos é a categoria nº 1 do TikTok no mundo. Rotinas de skincare, demonstração de textura e "antes e depois" convertem como nenhum outro formato — porque entregam prova social, demonstração e emoção na mesma tela. Para a De La Terre, o TikTok não é "mais um canal de ads": é o palco onde a ciência da floresta vira história visual.
A estrutura em 3 camadas
① Orgânico próprio
Perfil @delaterre publicando 4–5×/semana: rotina com o PDRN, "a ciência por trás do nano", bastidores da saboaria, antes/depois de 28 dias. Founder content (a fundadora aparecendo) é a tendência que mais escala em 2026.
Começa imediatamente · custo zero de mídia② Creators nano/micro
Nano e micro influenciadores (10k–100k) superam contas grandes em engajamento e custam frações do preço. Para orçamento enxuto, 5–10 creators de skincare bem nichados rendem mais que uma celebridade.
Enviar PDRN + brief de rotina③ Tráfego pago + Spark Ads
O tráfego pago entra desde o início, mas direcionado: impulsiona como Spark Ads os vídeos (próprios e de creators) que mostram tração orgânica. Anúncio que já provou engajamento tem o melhor custo. A verba inicial é de teste — achar o criativo vencedor antes de escalar.
Pago desde já, sobre o que engajaTikTok Shop: a decisão estratégica
O TikTok Shop chegou ao Brasil e 58% dos usuários concluíram uma compra dentro do app após descobrir o produto ali. Marcas como Boticário, Avon e Natura já estão testando. Para a De La Terre vale uma ressalva importante:
- Vantagem: conversão instantânea, jornada inteira em uma tela, atrito quase zero. O ticket ideal do TikTok Shop BR (R$20–80) cobre bem itens de entrada — sabonetes, desodorante, cleansing balm.
- Limite: o Shop não dá posse do dado do cliente, tem bundling limitado e nenhum sistema de recompra/fidelidade. E a lucratividade de beleza vem da recompra — reter um cliente custa 5–7× menos que adquirir.
- Recomendação: use o TikTok Shop para aquisição de produtos de entrada e o site próprio (DTC) como destino dos itens premium (PDRN, kits, Duo Regeneração). O TikTok descobre; o site fideliza e aumenta o LTV.
Pinterest: inspiração que vira carrinho
O Pinterest é o canal mais subestimado para skincare — e o de melhor relação custo-benefício para entrar. Diferente do TikTok, o conteúdo não morre em 48h: um pin de "rotina anti-melasma" continua trazendo tráfego por meses. O público chega em modo de planejamento, salvando ideias de autocuidado que pretende comprar. Já temos conta (@DeLaTerreNatural) — falta estratégia.
O plano enxuto de entrada
1 · Catálogo + Pins de Produto
Conecte o catálogo Shopify ao Pinterest para gerar pins de produto automáticos com preço e link. É a base — transforma a vitrine inteira em conteúdo pesquisável sem esforço manual.
2 · Pins idea por necessidade
Criar boards alinhados ao menu "Por Necessidade" do site: Melasma, Pele Madura, Acne, Sensível. Pins verticais de "rotina em 3 passos" com o PDRN no centro. A intenção de busca aqui é altíssima.
3 · Ads de conversão + retargeting
Verba pequena e constante em campanhas de conversão sobre os pins que mais salvam organicamente, mais retargeting de quem visitou o site. CPMs baixos fazem a verba render muito mais que no Meta.
Começa com verba mínima4 · Reaproveitar criativos
Os vídeos do TikTok e as fotos do feed de produto servem aqui sem reprodução de custo. Um criativo, quatro canais — o Pinterest é o que mais perdoa o reuso.
Zero custo extra de produçãoObservação: o Pinterest é o canal com menor urgência. Se o orçamento apertar no início, ele pode entrar em "modo orgânico + catálogo" (custo zero de mídia) e ganhar verba só na Fase 3, sem prejuízo da estratégia.
Verba: R$ 3.500 bem concentrados
Com R$ 3.500/mês de mídia total, a regra muda: não dá para rodar cinco canais em escala ao mesmo tempo sem pulverizar a verba a ponto de nenhum aprender. A disciplina aqui é concentração + reinvestimento — proteger o motor que já dá ROAS 3–4 (Meta), abrir fatias de teste pequenas mas reais nos canais de maior intenção, e escalar a partir do retorno, não de verba nova que não temos.
Distribuição · Fase 1 (mês 1) — R$ 3.500
- Meta — R$ 1.900: a maior fatia continua no que já funciona. Prioridade para retargeting de catálogo (fundo) e Advantage+ de aquisição. É o piso de receita que não pode tremer.
- Google — R$ 900: Search de marca (centavos por clique) + Shopping/PMax enxuto. O canal de melhor relação retorno/risco — onde R$ 900 rendem mais por serem demanda já existente.
- TikTok — R$ 500: entra com tráfego pago desde já, impulsionando os UGCs de transformação e o conteúdo orgânico que engajar. Verba de teste para achar o criativo vencedor antes de escalar.
- Pinterest — R$ 200: catálogo conectado + um empurrão mínimo nos pins que mais salvam. CPMs baixos fazem R$ 200 irem longe; o grosso aqui é orgânico.
O YouTube (Demand Gen) fica para quando a verba crescer. Com R$ 3.500 no total, financiar vídeo de topo de funil agora roubaria orçamento dos canais que já provam retorno. Até lá, ele roda de graça no orgânico (mesmos UGCs publicados no canal).
A escada de reinvestimento
Em vez de prometer saltos de orçamento que não existem, a verba cresce do próprio retorno: mês 1 segura os R$ 3.500 para aprender; a partir do mês 2, parte do lucro incremental vira combustível para escalar o que provou ROAS.
| Mês | Mídia total | De onde vem o aumento | ROAS comb. alvo | Faturamento projetado |
|---|---|---|---|---|
| Hoje | R$ 3.500 | — | 3–4× | ~R$ 20k |
| Mês 1 | R$ 3.500 | segura para aprender | 2,8–3,2× | R$ 20–23k |
| Mês 2 | ~R$ 4.500 | reinveste retorno | 2,9–3,3× | R$ 24–29k |
| Mês 3 | ~R$ 6.000 | reinveste retorno | 3,0–3,5× | R$ 30–38k |
Os valores de faturamento são uma moldura para planejar, não promessa. O fator decisivo é a margem de contribuição real por pedido — com ela definimos o ROAS mínimo viável de cada canal e o ritmo seguro de reinvestimento.
Roadmap de 90 dias
Sequência pensada para reduzir risco: estrutura técnica primeiro, canal de maior intenção primeiro, e escala só sobre o que já provou retorno.
Preparar o terreno antes de gastar
- Configurar Google Merchant Center + feed do Shopify (títulos, imagens 500px+, frete, avaliações).
- Instalar e validar todos os pixels/tags: Google, TikTok, Pinterest + Conversions API.
- Conectar catálogo ao Pinterest e ao TikTok.
- Definir margem de contribuição por SKU → estabelecer ROAS mínimo viável de cada canal.
- Reestruturar o Meta no padrão 2026: Advantage+ de aquisição, DPA de fundo, campanha de retenção.
- Briefar 5–10 creators nano/micro de skincare e enviar o PDRN.
Colher a demanda e ligar o tráfego pago
- Subir Search de Marca (defensivo) — quase sempre o melhor ROAS imediato.
- Subir Shopping padrão + PMax segmentado por margem (kits/PDRN vs. entrada).
- Search genérico enxuto: âncoras "sérum PDRN vegetal" e "melasma natural".
- TikTok: orgânico (4–5 posts/semana) + tráfego pago já ativo impulsionando UGC de transformação.
- Pinterest: catálogo ativo + primeiros boards por necessidade.
Impulsionar só o que provou tração
- Identificar vídeos orgânicos/creators vencedores → transformar em Spark Ads.
- Abrir YouTube Demand Gen com os UGCs de transformação + selo da premiação.
- Abrir Pinterest Ads de conversão sobre os pins mais salvos + retargeting.
- Ligar retargeting cross-canal (quem viu no TikTok/YouTube recebe no Meta/Google).
- Otimizar feed do Google com base nos primeiros relatórios de termos.
Aumentar verba onde o ROAS aguenta
- Escalar Google e TikTok nos asset groups/criativos que bateram a meta.
- Avaliar TikTok Shop para produtos de entrada (sabonetes, cleansing balm).
- Montar fluxo de recompra (e-mail/WhatsApp) para elevar LTV do PDRN.
- Revisão de blended ROAS e decisão de orçamento do trimestre seguinte.
Como medir sem se enganar
Em multicanal, o erro fatal é olhar o ROAS de cada plataforma isolado — todas vão reivindicar a mesma venda. O número que manda é o ROAS combinado (blended): faturamento total ÷ investimento total de mídia. Os indicadores por canal servem para otimizar dentro do canal, não para comparar entre eles.
Painel de indicadores
| Nível | Indicador | Para quê |
|---|---|---|
| Negócio | ROAS combinado (blended) | Verdade única sobre rentabilidade da mídia |
| Negócio | Faturamento total / mês | Meta de crescimento |
| Negócio | CAC e LTV (com recompra) | Saúde de longo prazo — onde está o lucro de skincare |
| ROAS por campanha · IS de marca | Eficiência e defesa do nome | |
| YouTube | Lift de busca de marca · view rate · CPV | Topo de funil: medir demanda gerada, não venda direta |
| TikTok | Taxa de retenção de vídeo · CTR · custo por compra | Saber qual criativo vira Spark Ad |
| Saves · CTR de saída · CPM | Quais pins promover | |
| Meta | ROAS · frequência · fadiga de criativo | Manter o motor saudável |
Ritual de gestão
Diário (5 min)
Olhar gasto e anomalias. Nada quebrado? Não mexer. Algoritmo precisa de estabilidade para aprender.
Semanal (30 min)
Revisar criativos, pausar o que não anda, identificar vencedores para escalar/impulsionar.
Mensal (1–2h)
Decisão de orçamento sobre blended ROAS, CAC e LTV. Realocar verba para o canal mais eficiente.
Próximo passo para refinar
Com três informações, esta moldura vira metas numéricas firmes por canal:
- Margem de contribuição média por pedido (ou por SKU do PDRN e dos kits).
- Ticket médio atual e taxa de recompra/LTV, se já acompanhamos.
- Teto de investimento confortável de mídia para os próximos 90 dias.